quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

RIZZI: potencial em ascensão!

rizzi
Por Ramon Teixeira
Com nome de origem italiana e liderada pela vocalista Milady Rizzi Franklin, acompanhada por Grégory Rizzi Franklin (guitarra), Taty Rizzi (baixo), Filipe Costa (guitarra), Hudson Alves (teclado) e Guilherme Rossignoli (bateria), a RIZZI é uma banda de Symphonic Gothic Metal da cidade de Espera Feliz (MG) formada em 2011. As influências sonoras são de bandas como WITHIN TEMPTATION e NIGHTWISH, e a parte lírica fala sobre o amor, a revolta, a fé e incertezas da vida. Com dois singles lançados,Tears Fall Down e The Rain – que está sendo lançado juntamente com o videoclipe- em breve lançarão EP. Nesta entrevista para o PÓLVORA ZINE Milady Rizzi fala um pouco sobre a trajetória e sobre o momento que vive hoje a banda.   

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

APOCRYPHAL VOICES – Pain and pleasure

a3882866579_10
Em Pain and pleasure os finlandeses do APOCRYPHAL VOICES nos apresentam um Avant-garde metal de qualidade e muito bem executado. Juhani Jokisalo (Vocal, Guitarra, Baixo e Sintetizador) e Ville Salonen (Bateria) apostaram em um trabalho com belas pegadas de Death metal que se desenvolvem ao decorrer das faixas, ficando evidente em Tongue of Kali com intensos guturais, melodia e solo veloz e técnico. Mas, sem perder a pegada arrastada do álbum anterior, stilltrapped, as primeiras faixas trazem riffs sombrios e vocais limpos e por vezes alguns rasgados. Os bons exemplos disso são as faixas Underneath the Mask e Muddy Trail. Já Waves of Tranparency tem uma explicita pegada Doom. Rebel Angels faz contraponto e retorna o lado Death\Black Metal assim comoMegalomaniac Euphoria, que fecha o álbum. A boa qualidade da gravação também é um ponto alto. Vale a pena conferir. Nota 8.0
Por Bruno Marota
Faixas:
1 – Underneath the Mask/ 2 – A Failed Species/ 3 – As fire Itself Dances/ 4- Tongue of Kali/ 5– Muddy Trail/ 6 – Inner Turmoil/ 7 – Rebel Angels/ 8 – Waves of Tranparency/ 9 – Megalomanic Euphoria

PRIMORDIUM – Todtenbuch

PRIMORDIUM CD
Há uma frase que tenho repetido à exaustão durante os últimos anos: “os headbangers brasileiros muitas vezes não reparam na grande diversidade de bandas de qualidade deste país, e às vezes em locais onde o acesso à estrutura ideal para fazer Metal é mais dificil”. O PRIMORDIUM de Natal (RN) composto atualmente por Gerson Lima (vocal), Lux Tenebrae (guitarra, didgeridoo e vocais), Alex Duarte (guitarra), João Felipe Santiago (baixo, programação do teclado e vocais) e Augustus Caesar (bateria) merece uma real atenção e respeito, pelo que eles junto a pouquíssimas bandas como o ANUBIS e o HATE EMBRACE, têm se proposto a fazer por aqui. Ou seja, um Death metal brutal e muito bem trabalhando, tendo como pano de fundo a cultura do antigo Egito. É isso mesmo, eles estudaram na escola do NILE. Além disso, a gravação e arte gráfica de Todtenbuch são de alto nível e as sonoridades típicas colocadas em meio à pancadaria criaram uma ambiência muito bacana. Todas as faixas tem seu mérito, mas podem ser destacados Curse of imhotep, que já entra com seus riffs cortantes e amaldiçoados, Mummified e Gates of Re-Staú com seus grandes arranjos, o peso e contraste com o violino da convidada Ariane Salgado em Legion e a brutalidade descomunal de Glory of Rá, também com participações de Paulo Henrique e Lucas Praxedes nas guitarras. Corra atrás, adquira o CD e de cara aperte o repeat do seu aparelho, pois a empolgação é garantida. Nota: 9,0
Por Écio Souza Diniz
Faixas:
1-Todtenbuch/ 2-Curse of Imhotep/ 3-Mummified/ 4-Gates of Re-Staú/ 5-Legion/ 6-Transcending/ 7-Khmunu/ 8-Glory of Rá/ 9-Pillars of eternity/ 10-Negative confession /11-Osiris (Arcanus XX)

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

RED EVOLUTION: politizado e pesado.

10913483_787416047962986_2142072128_n
Por Ramon Teixeira
A banda RED EVOLUTION Composta por Diego Andrade (vocal), Gustavo Sanches (guitarra), Guilherme Almeida (guitarra) e Fagner Silveira (baixo) e bateria gravada pelo produtor José Roberto, com menos de um ano de formação e com duas músicas em mãos – Our guns e Gaza –,caminha para a gravação de um EP e promete colocar o pé na estrada e disseminar o seu Metal de amplas influências, recheado de histórias de lutas revolucionárias pelos festivais do cenário underground brasileiro. Diego e Gustavo contaram para o PÓLVORA ZINE um pouco sobre a trajetória e os planos da banda.       

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

NECROMANCIA: 30 anos de Thrash metal na veia.

necromancia_pressfront
Uma banda de Metal completar 30 anos de estrada no Brasil é uma tarefa árdua. Isto ser concebido ainda para uma banda de Metal mais extremo, que tem suas bases num cenário underground é ainda mais surpreendente. Entretanto, quando se tem como predicado sinceridade e honestidade no que se faz, o tempo costuma ser um juiz que conta a favor. Surgido no ABC paulista, nos anos 80, o NECROMANCIA em 2014 comemora esta longevidade de seu trabalho, calcado num Thrash metal puro e genuíno e responsável por um dos debuts brasileiros mais clássicos do estilo. Hoje a banda formada por Marcelo d’Castro (vocal e guitarra), Kiko d’Castro (bateria) e Roberto Fornero (baixo) mostra que ainda tem muitos planos pela frente, dentre eles um DVD com a história da banda e um novo álbum. O baterista Kiko é quem nos conta sobre a trajetória do NECROMANCIA e muito mais.  

terça-feira, 4 de novembro de 2014

LETHAL STORM - We are

Lethal Storm-ouça-duas-faixas-EP-We-Are-SS
O LETHAL STORM vem colhendo o fruto de um trabalho feito com empenho, e O EP We are é uma boa amostra da força do Brutal Thrash da banda. Boa gravação, bons solos e riffs. O feeling autêntico de Douglas (vocal), Hudson (guitarra), Luciano (guitarra), Haroldo (baixo) e Fabio (bateria) é destilado em cinco faixas que funcionam muito bem. A brutalidade invade emCorruptos (com uma ótima base da batera), e em Blood stormhá precisão na alternância entre agressividade e técnica. Mas é em Words of mankind que temos aquele Thrash malicioso com aqueles riffs dobrados, batidas de prato e base metrancada, que inclusive está mais pra Death metal. Disorder tem passagens mais cadenciadas alternadas com partes mais rápidas. A alternância entre vocal gutural e rasgado também se destaca. Mas ainda sim, faltou algo: um set list com mais sons desse naipe. Nota: 8,0
 Por Écio Souza Diniz
Faixas:
1-    Corrupos / 2- Blood storm / 3- Words of mankind / 4-Violence / 5- Disorder

terça-feira, 21 de outubro de 2014

NECROMANCER – Forbidden art

nec
No que resultam riffs forjados na áurea década de 80 e que esperaram mais de 20 anos para entrarem num debut? No caso do grupo carioca NECROMANCER equivale à máxima comum “quanto mais velho melhor”. Formado em 1986 e atualmente composto por Marcelo Coutinho (vocal), Luiz Fernando (guitarra e backing vocals), Edu Lopez (guitarra), Gustavo Fernandez (baixo) e Alex Kafer (bateria e backing vocals), aqui eles atacam com um Death/Thrash furiosíssimo com pegada oldscool, mas uma cara bem atual. Forbidden arté a reuniam de músicas que só existiam em demos e foram regravadas para este lançamento. Técnica e feeling trabalharam lado em todas as faixas, exibidas numa gravação de qualidade, na qual tudo soa claro e no seu devido lugar. A introdução com Necromantia apenas preparará você para receber um soco no estomago com a devastadoraNecromancer, urrada pelo vocal odioso de Marcelo. Impossível não banguear sem controle ao ouvir Deadly symbiosis com suas paradinhas e dobradinhas atreladas a partes rápidas. Aumente o som em Middle ages, saia da frente em Plundered society, facilmente assimilável, e tente se recuperar após The rival. O NECROMANCER merece ser conhecido. Procure, ouça e compre o CD. Certamente, mais um clássico para posteridade no Metal nacional. Nota: 9,0
Por Écio Souza Diniz 
Faixas: 1-Necromantia (intro) / 2-Necromancer / 3-Deadly symbiosis / 4-Dark church / 5- Havocs and destruction / 6-Middle ages / 07-Plundered society / 8-The rival / 9-Desert moonlight

sábado, 4 de outubro de 2014

ZOMBIE COOKBOOK – Outside the grave

zombiecapa
Quem aí é fã de um bom terror trash? Pois bem o ZOMBIE COOKBOOK é um prato cheio pra isso e muito mais. Munidos de letras e visual repulsivo, esses catarinenses englobam num contexto sobre zumbis vários estilos de Metal, indo da rapidez do Crossover e Thrash, passando por elementos de Grindcore e Splatter, e chegando a passagens potentes de Death.  Este debut mostra esmero tanto na qualidade da gravação e das musicas quanto da arte gráfica, cujo encarte possui uma estória em quadrinhos muito bem elaborada, na qual os membros são os protagonistas. Todos na banda obtiveram ótimo desempenho em seus respectivos instrumentos, destacando, por exemplo, o vocal berrado a lá John Tardy (OBITUARY) de Dr. Stinky. Após uma breve e sádica vinheta, Feasting the human dusk entra como uma cacetada certeira que mostra o que vem pela frente, e sem nenhuma pausa já emenda no Dethão de I sell the dead. Passagens cadenciadas torturantes em Midnight hunger vão preparando-o para os riffs letais de I drink your blood. A bateria arrasadora de V.O.D.U.N descamba nos solos inspirados de Harvest of the damn, que se aliam eficientemente as bases rapidíssimas de Grab the guts e Fellows in sadism. A versão em CD do álbum ainda possui as faixas Boneyard (que possui os vocais mais medonhos de todos) e .Feast of the undead. Já a versão em vinil é composta por uma linda capa gatefold, com as letras, a estória em quadrinhos, LP roxo e um pôster. Algo também muito legal é que o lançamento do álbum foi realizado com apoio da Lei de Incentivo a Cultura de Santa Catarina. Certamente, eis um registro que estará marcado para posteridade no underground nacional. Se você é sensível, nem chegue perto. Mas se possui adrenalina e afinidade pelo lado pútrido da existência aprecie sem moderação. Nota: 9,0 
Por Écio Souza Diniz
Faixas (CD): 1-Feasting humans at dusk/ 2-I sell the dead/ 3-Midnight hunger/ 4-Boneyard/ 5-I drink your blood/ 6-I eat your skin/ 7-Creepy freak/ 8-Feast of the undead/9-V.O.D.U.N (Vile odor of decomposing unborn necropolis)/ 10-Harvest of the damn/ 11-Grab the guts/ 12-Fellows in sadism/ 13-Then you scream

ZOMBIE COOKBOOK: a trilha sonora do terror!

10620774_763420717030365_513822688903885993_n
Por Écio Souza Diniz
Proposta musical peculiar. Este é um bom termo para resumir o Metal praticado pelos catarinenses do ZOMBIE COOKBOOK. A mistura agrega Thrash, Hardcore, Grind, Splatter e alguns elementos de Death, usando isso tudo como trilha sonora para contos sobre zumbis famintos. A banda tem colhido os frutos de seu excelente Debut, Outside the grave, que inclusive foi a pouco lançado em vinil. Para dissecar o trabalho desses caras, o Pólvora Zine teve um papo necrofágico com o vocalista Dr. Stinky, e convidamos as presas humanas e outros mortos-vivos a conferirem.
Pólvora Zine: De onde surgiu a ideia de tratar de temas sobre zumbis?
Dr. Stinky: Então… quando montamos a banda tínhamos a ideia de montar algo nos moldes da nova onda do Death Gore norte-americano, por exemplo, GHOUL, BLOOD FREAK, LORD GORE, entre outras bandas foram as nossas influências iniciais. A ideia sempre foi um Death metal com elementos de Thrash, Grind e Hardcore e com vocais alternados. A temática da banda trata do terror como um geral, mas um terror mais underground e os zumbis são o que temos de mais podre e underground neste meio.         

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

SANGRENA – Blessed black spirit

cover_art
De inicio já digo: o que você encontrará nas faixas que constituem este álbum é um Death metal brutal e de ótima qualidade. Trata-se de um dos melhores trabalhos do estilo nos últimos anos. Formada em 1998 na cidade de Amparo (SP), a SANGRENA, atualmente composta por Luciano Fedel (vocal e baixo), Fabio Ferreira (guitarra), Gustavo Bonfá (guitarra) e Alan Marques (bateria) mostra que todos esses anos de batalha no underground deram a experiência e malicia necessárias para realizar Blessed black spirit, cuja equalização e timbragem dos instrumentos se destacam. O álbum foi originalmente lançado em 2009, primeiramente no exterior pelos selos Darzamadicus Records (Macedônia) e Sevared Records (USA). Finalmente, agora em 2014 ele chega ao mercado brasileiro.  Após uma breve introdução com When the masks fall, o ódio em sentido amplo se revela num turbilhão que atende pelo nome Infernal domination. Difícil é não querer encabeçar um super mosh ao som matador de The ninth prophecyIn sacrifice e a faixa titulo. Também vale ressaltar que o vocal de Fedel é carregado de tanta ira (exemplo de City of hanged people e The march), que um fãzinho de “Metal mais light” pode vir a se borrar todo. Ouça no talo. Nota: 9,0
 Por Écio Souza Diniz
Faixas: 1-When the masks fall/ 2-Infernal domination/ 3-Cursed by revenge/ 4-Land of scorn/ 5-Abyss of souls/ 6-The ninth prophecy/ 7-Blessed black spirit/ 8-In sacrifice/ 9-Reign of illusions/ 10-City of hanged people/ 11-The march

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

TUATHA DE DANANN: “o alvorecer de um novo sol”!

td
Por Écio Souza Diniz
 O TUATHA DE DANANN hoje é uma referência nacional, sendo considerado pioneiro na arte de praticar Folk metal no Brasil. Entretanto, em 2010 foi anunciada uma pausa nas atividades da banda, gerando dúvidas e incertezas nos fãs. Finalmente, este ano a banda anunciou decididamente seu retorno e para mostrar que a coisa é séria lançaram recentemente o Single Dawn of a new sun, contendo duas músicas inéditas, que também serão regravadas para o vindouro novo álbum. A banda manteve sua formação clássica composta Bruno Maia (vocal, guitarra, flauta, Banjo e Bouzouki), Rodrigo Berne (guitarra solo), Giovani Gomes (baixo), Edgar Brito (teclados) e Rodrigo Abreu (bateria), contando agora com seu companheiro de KERNUNNA, Alex Navar (Uilleann pipe e vocal). Neste descontraído papo Bruno nos fala sobre este retorno, além de outras curiosidades. 

FACADA – Nadir

1365346124_folder
Três palavras definem bem Nadir: brutalidade, desespero e sarcasmo. O conteúdo contido aqui não é indicado para aqueles que não suportam se defrontar com a podridão do mundo, pois as letras falam sobre alienação, falsidade religiosa, individualismo, misantropia, extinção humana etc. A gravação é de ótima qualidade, tendo parte dela sido realizada no Limbo Estúdio e parte no Big Snuff Studio na Alemanha. O time composto por James (baixo e vocal), Danyel (guitarra), Ari (guitarra) e Dangelo (bateria) tratou de arregaçar as mangas e detonar tudo. Numa paulada só os caras já entram sem pedir licença com Deus de carneO fim do homem e Cidade morta. Para empatar a coisa entra em cena a asfixiante Altar de sangue, retrato da dor e desesperança brasileira e que conta com a participação de Jão (RATOS DE PORÃO), seguida pela ultrassônica faixa titulo e Tudo está desmoronando. A facada final por conta dePreguiça de interagirEspero antes de morrer e Perverso sem remorso. O encarte também se destaca, sendo que os seus tons de cinza com as letras escritas como se o tivessem sido feitas manualmente e alguns desenhos em estilo solto são um pano de fundo ideal para toda essa náusea em forma de Grindcore. Para ouvir no talo! Nota: 9,0
 Por Écio Souza Diniz
Faixas: 1-Intro / 2-Deus de carne / 3-O fim do homem / 4-Cidade morta / 5-E-diota / 6-Amanhã vai ser pior / 7-Josefel Zanatas / 8-Altar de Sangue / 9-Nadir / 10-Tudo está desmoronando / 11-Raiva não falece / 12-O tempo será teu humilhador / 13-Eu não pertenço a este mundo / 14-Corumbá hippie do inferno / 15-Ode á gente / 16-Preguiça de interagir / 17-Espero antes de morrer / 18-Perverso sem remorso / 19-Inveja / 20-Guarda esse mantra pra ti

EXPOSE YOUR HATE – Indoctrination of hate


1374224_10202113941838724_1552976587_nNão é atoa que o EXPOSE YOUR HATE é um dos nomes mais importantes do Grindcore nacional. Neste registro a banda, composta por Luzdeth Lott (vocal), Flávio França (guitarra), Herman Souza (guitarra), Cláudio Slayer (baixo) e Marcelo Costa (bateria) mantém sua característica marcante de praticar com precisão a linha tênue entre o Brutal Death metal e o Hardcore.  A gravação ficou límpida e evidencia o peso de cada instrumento, e a masterização foi feita no Apartment 2 Recording Studio em Ottawa (Canadá) por Topon Dias. Não pense que aqui tem introduçãozinha para abrir, pois o rolo compressor já vem amassado tudo logo na entrada com Ready to explode, seguida por Blessed by ignorance (que bateria é essa ?!?) e Spreading holy violence. Em Deceived in Faith há partes com uma pegada Crust bem feita. A rifferama de Money power controlConfront the untouchable e 666 reasons to hate pode lhe conceder um ótimo torcicolo. Em suma: um poderoso esporro sonoro que expurga qualquer demônio interior. Nota: 9,0 
Por Écio Souza Diniz
Faixas: 1- Ready to explode / 2- Blessed by ignorance / 3- Spreading holy violence / 4-Odious operandi / 5- Deceived in Faith / 6-My de-generation / 7-Marked target / 8-When we destroy to create / 9-Money power control / 10-Confront the untouchable / 11-Suspicous activity / 12-Machine gun full of hatred / 13-666 reasons to hate / 14-Transitory lifetime / 15-Start to chaos / 16-Self-denial attitude / 17-Life not for sale

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

IMPERATIVE MUSIC COMPILATION VOLUME VII

VII-Cover-Sample
Atualmente, o que não falta são empresas de assessoria e managment espalhadas por aí. Entretanto, a qualidade do serviço que algumas oferecem deixa muito a desejar. No caso da Imperative Music, eles oferecem uma ampla divulgação de seus clientes, por exemplo, através desta compilação, que vêm lançando desde 2009, masterizada nos Estados Unidos pelo Damage Room Studio e distribuída em diversas regiões do Brasil, Europa, Estados Unidos, Japão e Rússia. Neste sétimo volume há bandas de grande potencial de regiões que Abrangem as Américas, Ásia, Canadá e Japão. A maioria das bandas possuem bom desempenho, mas para citar alguns destaques, tanto em qualidade de gravação como estrutura da música. A começar pelo Brasil temos a ótima atuação do Death do RISE AND DOWN, o Black dos veteranos do AMEN CORNER, o Thrash/Speed sujo e agressivo do TOXIC MAZE, o Thrash brutal do SOUTHERN e o ótimo Heavy metal do SILENT HALL. O ISHTAR da Coréia do Sul mostra um ótimo Metal Sinfônico, com um belo vocal feminino. De Taiwan tem o GREEDY BLACK HOLE com uma pegada mais na linha do Metalcore. O RED DEAD da França manda ver um Death/Black primordial e cru. Direto da Bolívia tem o Thrash a lá SLAYER do INCIDENCE. Há o Heavy/Thrash peculiar do ZENIT do Chile. Para fechar, o WORRY BLAST pratica um interessante Hard/Heavy. Nota: 8,5
Por Écio Souza Diniz
Faixas:
1-ISHTAR – center of your soul (Coréia do Sul) / 2-GREEDY BLACK HOLE – The last judgment (Taiwan) / 3-ROTTEN FILTHY-The garbage’s queen (Brasil) / 4- END ALL – More beer (Japão) / 5 – SUBVERSILVAS – Extrospection (Brasil) / 6-RISE AND DOWN – Unleashed again (Brasil) / 7-RED DEAD – Lethal hoax (França) / 8 – AMEN CORNER – Monarchy (Brasil) / 9-UNDEAD VISION – Undead vision (Suécia) / 10-TOXIC MAZE – Insane war (Brasil) / 11-INCIDENCE – Tornado of violence (Bolívia) / 12-IF ALL ROPES TEAR – Mirrors (Alemanha) / 13-PHATOM OF INSANITY – Cross the line (Finlândia) / 14-TORTURER – Torturer (Canadá) / 15-SOUTHERN – Den canibal (Brasil) / 16 – ZENIT – Behind enemy lines (Chile) / 17-CELLMYS – Mirror (Brasil) / 18-METANIUM – Soul of a warrior (EUA) / 19-SILENT HALL – Prisoners of fear (Brasil) / 20-WORRY BLAST – Get ready! (Suécia)
Mais informações:

sábado, 16 de agosto de 2014

VILLAINY - The view from my ivory tower

Bandcamp cover
Direto da Holanda, o VILLAINY formado por Reinier Vrancken  (guitarras e Vocal), Jeroen Pleunis (baixo) e Bram Keijers (bateria) neste EP 7’, parte do seu debut Villainy I, mostra um Metal ríspido que agrega estilos diversos, passando pelo Death, Doom, Black e Thrash metal. Na faixa The view from my ivory tower tem-se partes rápidas que remetem ao Black metal de nomes como BATHORY, e outras partes mais cadenciadas que remete ao Doom primordial.  Em Heir to the throne há uma mescla de Thrash/Speed no estilo de bandas como LIVING DEATH e EXCITER e o Black do DARTHRONE, tendo riffs marcantes. Ideal para amantes da velha guarda. Nota: 7,5
Por Écio Souza Diniz
Faixas: 1- The view from my ivory tower / 2- Heir to the throne

ANASTIE - ÍTACA

10565044_826371280707343_1135779467208198470_n
É fato que o Metalcore é um estilo muito popular mundo fora atualmente, e no Brasil não é diferente, pois promissoras bandas vem surgindo com esta proposta. Os paulistas do ANISTIE também almejam seu lugar ao sol e para isso já até contaram com a produção de Fernando Quesada (NOTURNALL, SHAMAN). Neste single é evidente que a banda tem boas condições para lançar um debut bacana, visto que Ítaca reune agressividade, melodia, alguns elementos de Industrial e um fúria revestida por agônia. Outro ponto é a valorização de nossa língua, cantando em português. Confira! Nota: 8,0
Por Écio Souza Diniz

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

PROJECT 46: “Hoje não basta dizerem que sua banda soa que nem banda gringa, queremos bem mais”.

Por Ramon Teixeira
10347784_789019231132241_4079141611244010130_n
Formada em 2008 e atualmente composta por Caio MacBeserra (vocal), Jean Patton (guitarra e backing vocal), Vini Castellari (guitarra), Rafa Yamada (baixo) e Henrique Pucci (Bateria, ex-Paura), a banda paulistana PROJECT 46, um dos mais novos representantes da atual safra do Metalcore brasileiro, está conquistando cada vez mais espaço no com suas letras ácidas cantadas em português. Depois da visibilidade adquirida com o excelente Doa a quem doer (2011), a banda se encontra em trabalho de divulgação do seu mais recente lançamento, Que seja feita a nossa vontade (2014). E nessa entrevista para o PÓLVORA ZINE Jean Patton e Henrique Pucci falam um pouco sobre a trajetória da banda e o atual momento.
Pólvora Zine: Conte-nos um pouco como surgiu a banda.
Jean Patton: A banda surgiu de jams entre o Vini e eu, em casa tomando cerveja. Nós fazíamos parte de um Slipknot cover, o Kroach. O Vini tocava guitarra e eu percussão na banda, pois já tinha outras bandas como guitarrista, como um Pantera cover, por exemplo. Quando decidimos gravar as músicas que tínhamos feito apenas na guitarra, chamamos os caras mais próximos da gente e amigos desde pequenos para fazer umas jams. Saíram quatro músicas em quatro dias seguidos, foi animal, curtimos muito e então oficializamos a banda e saímos fazendo o corre, desde 2008!

NOTURNALL: sólido e centrado.

578999_163413280526752_578787851_n
Por Ramon Teixeira
Formada em 2013 por Thiago Bianchi (SHAMAN, vocal), Fernando Quesada (SHAMAN, baixo e violão), Léo Mancini (SHAMAN, TEMPEST, guitarra e violão), Junior Carelli (SHAMAN, teclado) e Aquiles Priester (ex-ANGRA, HANGAR, bateria), a bandaNOTURNALL acaba de lançar o seu debut homônimo. Produzido por Russell Allen (SYMPHONY X, ADRENALINE MOB), o registro mostra a força de um supergrupo que vem trazer novos ares ao Metal nacional e mundial, com um metal progressivo de primeira qualidade que foge do tradicional. Nessa entrevista Fernando Quesada fala um pouco sobre o disco e as expectativas com este início de carreira.
 Pólvora Zine: A banda é formada por integrantes da Shaman e Aquiles Priester (HANGAR, ex-ANGRA). Como surgiu a ideia de trabalharem juntos? 
Fernando Quesada: Eu, Thiago, Leo e Juninho temos um entrosamento e uma química muito boa, tocando juntos desde o SHAMAN. Quando houve a pausa na banda, nós decidimos não nos separar por conta da felicidade de tocarmos juntos e por sempre acreditarmos que poderíamos fazer ainda muito mais juntos. Foi neste momento que começamos a pensar em um novo baterista, e não veio outro nome em mente a não ser Aquiles Priester! Queríamos alguém em forma, com a técnica 100% e com sangue nos olhos para conseguirmos fazer linhas de baterias inacreditáveis para as músicas que já estavam em fase de finalização. Nós já nos conheciamos da estrada de shows e resolvemos juntar as forças para fazermos uma nova banda juntos. Hoje tenho certeza que toco com alguns dos melhores músicos do país, e é realmente um sonho poder tocar com essa formação.

TRAY OF GFIT: “não queremos ficar à sombra de ninguém”.

10345001_571659932932116_1754216468_n
Por Écio Souza Diniz
Após o anúncio em 2010 da pausa da TUATHA DE DANANN por tempo indeterminado, num primeiro momento muitos podem ter pensado que os músicos da banda parariam por ali. Ledo engano, pois um dos exemplos de se manter em plena atividade foi a criação do TRAY OF GFIT pelo guitarrista Rodrigo “Berne”.  A banda é completada por Adriano Sarto (líder vocal), Giovani Gomes (baixo, Tuatha de Danann), Marcos Teixeira (flauta e guitarra acústica), Raphael Wagner (guitarra e banjo), Felipe Batiston (teclados, banjo e vocal – ex-Tuatha de Danann) e Wilson Melkor (bateria, ex-Tuatha de Danann). Calcado numa sonoridade que remete ao Folk metal, mesclando uma atmosfera ora mais pesada ora mais erudita, o grupo vem divulgando seu álbum de estreia, The tray of Gfit, lançado pelo selo Cogumelo Records, como também circulam boatos que um novo álbum está a caminho.  Nesta entrevista, Rodrigo aborda aspectos gerais sobre a banda.

Resenha: Roça and roll (16 edição)-17/05-2014

Por Écio Souza Diniz
Foto: Colaboração de Mayckon Pacheco e Paty Freitas
 O Roça and roll hoje pode ser considerado um dos grandes festivais do Brasil. Este ano o evento completou 16 edições, cuja evolução é perceptível a cada ano, tanto em termos de estrutura e organização como do cast que o integra. Para muitos, o festival é um dos momentos mais aguardados do ano, visto que é feito para todos os públicos do Punk ao Black metal. Este ano também teve feira de vinil e vila medieval. Além, disso o clima de descontração e diversão é um bônus garantido. O Pólvora Zine pode acompanhar novamente o dia principal do evento (17 de maio) e o que rolou lá, assim como depoimentos de algumas das bandas sobre suas participações no evento você confere na íntegra aqui.
10294281_838991219463411_4880528462330355700_n
SILENT HALL
De inicio assistimos ao show do Silent Hall, uma banda do sul de Minas que tem se destacado com seu Heavy metal através do EP Gates of conscience. A banda trouxe o público para curtir alguns de seus sons comoPrisoners of fear e a bem estruturada Sweet dreams. De acordo com o baixista Rogério: “Participar do Roça ‘n’ Roll é sempre um prazer, é muito bom mesmo! Esse ano foi especial pra gente, pois foi a primeira vez que fizemos parte do cast principal e isso se torna uma janela muito legal para as bandas. Long Live Roça ´n’ Roll!!